07/03/2012

VISITA A AFEQUE E ANTIPÁTRIDE

Também conhecida como Tel Afeq, Tel Afeque, Diga Ras el-'Ain, Abu Butrus, Afeque, Apuki, Apuku, Arethusa,' Auja, twinkle Bashi, FIK (?), Le Toron aux Fontaines sourdes, Pegae, Ras el-' Ain

Rodovia da Guarda
Afeque sempre foi uma fortaleza estratégica devido à sua localização geográfica. Encontra-se nas cabeceiras do rio Yarkon, que bloqueia o tráfego na costa e força da Rodovia Costeira Internacional através de um funil estreito entre o rio e as montanhas. As duas rotas costeiras ao sul de Afeque são forçadas a convergir aqui e continuar no Monte Carmelo. A natureza estratégica deste lugar continuou ao longo do período turco, e a foto do forte à esquerda foi construído pelo governante otomano Suleiman, o Magnífico.

Forte egício
Na Idade do Bronze Final, os egípcios estabeleceram um posto aqui para proteger a estrada. As escavações descobriram um número de inscrições a partir desta "residência do governador." Algum tempo depois, Afeque foi o local do acampamento filisteu quando lutaram contra os israelitas e capturaram a Arca da Aliança (1 Sam 4). No final do reinado de Saul, os filisteus reunidos aqui de novo, e forçados a recuarem por David e não lhes foi permitido juntarem-se à batalha contra os israelitas (1 Sm 29).

A Cidade de Herodes
Quando Herodes, o Grande se tornou rei (37-4 aC), ele reconstruiu Afec e chamou à cidade Antipátrides em honra a seu pai Antípatro. Trabalhos arqueológicos revelaram a agitação desta cidade com lojas nos dois lados desta rua principal. Depois da prisão de Paulo em Jerusalém. Os romanos para evitar o linchamento de Paulo levaram-no para a fortaleza de Antipátrides (Atos 23). O contingente de tropas levou-o de a Antipátrides para Cesareia no dia seguinte. A cidade foi destruída em 363 dC por um terramoto.

Castelo dos Cruzados
Os cruzados também reconheceram o valor estratégico desta área e construiram um castelo na colina com vista para o antigo local. Este castelo foi chamado de "Migdal Afeque" (Torre de Afeque) e foi construído sobre o local de uma fortaleza judaica a partir do momento da Primeira Revolta Judaica (66-70 dC). O castelo é também conhecido como "Mirabel" (bela vista). A maioria das ruínas hoje visíveis é do período turco.

06/03/2012

Túmulo antigo cita ressurreição de Jesus Cristo


Roma (RV) - Arqueólogos encontraram antigas menções à ressurreição de Jesus Cristo em um túmulo descoberto em 1981, durante as obras de construção de um prédio a menos de 4 quilómetros da Cidade Antiga de Jerusalém.

A pesquisa, realizada com câmaras de tecnologia avançada, descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, segundo afirmou um dos responsáveis pelo trabalho, James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Para ele, é possível que a inscrição tenha sido feita "por algum dos primeiros seguidores de Jesus".

Em uma das ossadas encontradas no túmulo, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca. Os pesquisadores especulam que ela seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou Tabor, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, The Jesus Discovery, em parceria com o cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici.
(RB)EFE
Fonte

03/03/2012

Touro Estela

"Acreditamos que esse touro representa uma das principais divindades de Betsaida Infelizmente, a estela já não estava intacta; encontramos em cinco peças espalhadas Quando limpávamos a área, recordámos a passagem em Lamentações 4:01 em que o profeta lamenta a destruição de Jerusalém: ". As pedras sagradas estão espalhadas na cabeça de cada pátio", suspeitamos que a estela foi deliberadamente destruída durante o ataque assírio a Betsaida ".

Ressurreição de Jesus é reforçada por descoberta arqueológica – Confira…

A história de uma nova descoberta incrível que fornece a primeira evidência física dos cristãos em Jerusalém durante a época de Jesus e seus apóstolos, e inscrições nas caixas ossuários indicam a fé dos primeiros cristãos na ressurreição de Jesus.- Clique, leia e comente…
Em 2010, usando uma câmara especializada robótica, os autores Tabor e Jacobovici, trabalhando com os arqueólogos, geólogos e antropólogos forenses, explorou um túmulo anteriormente inexplorável em Jerusalém em torno do tempo de Jesus. Eles fizeram uma descoberta notável. O túmulo continha vários ossários ou caixas de ossos, dois dos quais foram esculpidas com uma imagem icónica e uma inscrição em grego. No seu conjunto, a imagem e a inscrição constituem a mais antiga evidência arqueológica de fé na ressurreição de Jesus.
Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas. “Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras”, afirmou nesta terça-feira o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de 4 km da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010. Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada “por alguns dos primeiros seguidores de Jesus”. As inscrições encontradas diziam, em grego antigo, “Divino Jeová, me levante, me levante” ou “Divino Jeová, me levante até o Lugar Sagrado”. Tabor explicou que “essa inscrição tem algo a ver com a ressurreição dos mortos ou é uma expressão da fé na ressurreição de Jesus”.
“Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores”, acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, The Jesus Discovery.
O professor reconhece que suas conclusões são “controversas” e que vão causar certo repúdio entre os “fundamentalistas religiosos”, enquanto outros académicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.

Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário O Túmulo Secreto de Jesus, produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família.

Os arqueólogos após este trabalho estão lançando um livro contando toda esta experiência na descoberta destes achados. – Veja vídeo em Inglês:
NOTA: CREMOS, no que a Palavra do Senhor nos revela, se este descoberto arqueológico trazer polémicas e controversas, como citado no post pelo arqueólogo, ficamos com as revelações da Bíblia a Palavra de Deus. Amém…
post inforgospel.com.br - com informação EFE – via Terra.com.br