06/10/2009

SANTO SEPULCRO


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ARQUEÓLOGOS DESCOBREM MENORÁ DE 2.000 ANOS


JERUSALÉM - Arqueólogos israelitass encontraram uma antiga representação de um menorá, o candelabro de sete braços que se tornou um símbolo do judaísmo, informa a Autoridade de Antiguidades de Israel.
O menorá foi gravado numa pedra há cerca de 2.000 anos, e descoberto numa sinagoga perto do mar da Galileia. Cerâmicas, moedas e ferramentas encontradas no local indicam que a sinagoga é da época do Segundo Templo de Jerusalém, onde o menorá era mantido, disse a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni.
O escultor pode ter visto o menorá durante uma peregrinação e, então, recriado a imagem na sinagoga, sugeriu ela.
Um pequeno número de imagens do menorá da mesma época já havia sido encontrado, disse ela, mas esta é especial porque estava dentro de uma sinagoga e longe de Jerusalém, ilustrando a ligação entre os judeus da região de Jerusalém e os da Galileia, ao norte.
O menorá, retratado sobre um pedestal, está entalhado em uma pedra que ficava no salão central da sinagoga.
O Templo de Jerusalém foi destruído por legiões romanas no ano 70. O Arco de Tito, www.meucat.com/maps/mapa_satelite.php?COD=roma&NOME=Arco+di+Tito+-+Antiga+Roma em Roma, erigido para celebrar a vitória, mostra soldados romanos carregando o menorá para fora de Jerusalém. Hoje, o candelabro faz parte do selo oficial do Estado de Israel.
A maioria das imagens do menorá foi feita após a destruição do templo, e se esta descoberta é realmente anterior, ela poderá ser uma representação próxima do original, disse o arqueólogo Aren Maeir.

"Se você tem um retrato do menorá do tempo do templo, as possibilidades são de que ele seja mais preciso e retrate o objecto propriamente dito", disse ele.

A RECONSTRUÇÃO DO TERCEIRO TEMPLO DE JERUSALÉM (HIPÓSE)

Este artigo publicado publicado pelo Jerusalém Post trata das preparações para a construção do terceiro Templo em Jerusalém. O projecto faz parte do Temple Institute fundado em 1987 com o explícito objectivo de recriar o Templo. Uma das coisas que eu achei interessante no texto é a passagem na qual fala que dos 613 mandamentos [mitzvot] da Torá, cerca de 202 necessitam do Templo para serem plenamente cumpridos. Poderíamos dizer que o judaísmo actual estaria manco de uma perna, caso necessitasse de três para se sustentar.
Eu tenho para mim que a construção do terceiro Templo será um fato inevitável. A comoção mundial, no entanto, que isso irá causar.... Não quero pensar nas consequências mas seguramente dividiria o mundo em dois grandes “MONSTROS IRRACIONAIS”. Para quem não sabe, no lugar onde o segundo templo estava instalado, se encontra--se hoje a mesquita muçulmana de Al-Aqsa!O texto cita o Rabbi Shlomo Carlebach, o qual afirmou que:
"Se nós somos o povo que se espera devemos ser, os muçulmanos irão vir até nós e dizer: por favor, construam o Templo"!
A Mesquita de Al-Aqsa situa-se na cidade de Jerusalém, mais concretamente na área da Cidade Antiga, na parte sul do Haram al-Sharif (o "Nobre Santuário"), terceiro local sagrado para o islão, depois de Meca e Medina (o judaísmo designa este espaço por Har ha-Bayit, Monte do Templo). É a maior mesquita de Jerusalém, tendo capacidade para receber cerca de cinco mil pessoas.
O nome Mesquita de Al-Aqsa traduz-se como "a mesquita distante" e alude a uma passagem do Alcorão na qual se descreve uma viagem nocturna do profeta Muhammad (Maomé) desde Meca à "mesquita distante" (al-masjid al-aqsa). Esta viagem é conhecida como Isra e embora não seja mencionada no Alcorão o nome de Jerusalém, as tradições islâmicas posteriores identificaram o local como o Monte do Templo em Jerusalém. De acordo a visão islâmica, a partir deste ponto Muhammad ascendeu ao céu (a Miraj) onde, dialogou com profetas como Moisés antes de se encontrar com Deus.

04/10/2009

A BIBLIA DE GUTEMBERG


João Gutenberg ( 1390- 1468).
Foi o inventor dos caracteres móveis que contribuíram para a moderna tecnologia da impressão e tipografia. Inspirou-se nas técnicas de prensas utilizadas para espremer as uvas no fabrico do vinho.
Desde jovem revelou uma forte inclinação pela leitura, lendo todos os livros que os pais possuíam em casa. Os livros, na época, eram escritos à mão, por monges, alunos e escribas e cada exemplar demorava meses a ser preparado, sendo o seu preço elevadíssimo e inacessível para a maioria das pessoas.
Trabalhou como joalheiro, onde dominou a arte da construção de moldes e da fundição de ouro e prata; por essa experiência os seus tipos eram excelentes, inclusive artisticamente.
Em 1434, Gutenberg mudou-se para Estrasburgo onde permaneceu vários anos. Depois de regressar à Mogúncia, associou-se com um comerciante que o financiou para realizar a impressão da Bíblia.
Não se conhece muito sobre os últimos anos da vida de Gutenberg. Sabe-se que morreu a 3 de fevereiro de 1468.
Gutenberg é considerado o inventor dos tipos móveis de chumbo fundido, mais duradouros e resistentes do que os fabricados em madeira, e portanto reutilizáveis que conferiram uma enorme versatilidade ao processo de elaboração de livros e outros trabalhos impressos e permitiram a sua fácil divulgação.
O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que terá terminado cinco anos depois em Março de 1455.[1]
Para comprovar a magnificência deste inventor alemão do século XV, realiza-se anualmente, nos EUA, o "Festival Gutenberg" - uma espécie de Feira de demonstrações e inovações nas áreas do desenho gráfico, da impressão digital, da publicação e da conversão de texto - que só comprova que a invenção do mestre Gutenberg consegue, ainda hoje, cultivar seguidores que, da sua experiência-base, tentam superar o invento e adaptar as tecnologias modernas às exigentes necessidades do mundo actual.

01/10/2009

ALTERNATIVAS DE RECONSTRUÇÃO

A verdadeira tecnologia de simulação em tempo real usado na Ethan e Davidson Marla Center oferece aos utilisadores a oportunidade de explorar de forma interactiva e avaliar as ideias de reconstruções diferentes. Esse recurso foi utilizado no modelo do Templo de Herodes para mostrar duas reconstruções possíveis para o portão triplo. Duas possibilidades foram imediatamente intuídas para o modelo de simulação em tempo real. No Centro, os utilisadores podem alternar entre as duas opções através de um mecanismo posto à disposição. Dois arquivos completamente independentes dos arquivos do Tripla Porta tiveram de ser criadas, cada um com a geometria de uma opção de reconstrução. Ambos os modelos de reconstrução estão ligados ao modelo por hierarquia. A opção padrão é imediatamente visível quando se olha o modelo… no entanto não há limite para o número de opções de reconstrução (CLIQUE), mais informações…

TABLETE DE EBLA CONFIRMA PALAVRAS USADAS POR MOISÉS NO RELATO DA CRIAÇÃO

A descoberta do arquivo de Ebla no norte da Síria nos anos 70 revelou que os escritos bíblicos concernentes aos Patriarcas são completamente fiáveis. Documentos escritos em tabletes de argila com cerca de 2300 A.C. mostram que os nomes pessoais e de lugares mencionados nos registos históricos sobre os Patriarcas são genuínos. O nome "Canaã" estava em uso em Ebla – um nome que críticos afirmavam não ser utilizado naquela época e, portanto, incorrectamente empregue nos primeiros capítulos da Bíblia. A palavra “tehom” (“o abismo”) usada em Génesis 1:2 era considerada como uma palavra recente, demonstrando que a história da Criação foi escrita muito mais tarde do que o afirmado tradicionalmente. “Tehom”, entretanto, era parte do vocabulário usado em Ebla, cerca de 800 anos antes de Moisés. Costumes antigos, reflectidos nas histórias dos Patriarcas, também foram descritos em tabletes de argila encontrados em Nuzi e Mari.

29/09/2009

A IMPORTÂNCIA DA ARQUEOLOGIA NO CONTEXTO BÍBLICO

A arqueologia é um ramo da ciência que procura recuperar o ambiente histórico e a cultura dos povos antigos através de escavações e do estudo de documentos por eles deixados. Em termos académicos, é importante diferenciar a arqueologia histórica daquela chamada paleontologia que lida mais directamente com formas pré-diluvianas, a saber os fósseis.
No que diz respeito ao conhecimento científico das primeiras civilizações que vieram depois de Noé, a arqueologia tem contribuido para encontrar e divulgar arquivos, documentos, artefactos e objectos comuns que lançam luz sobre a vida comercial, religiosa e social de povos até então desconhecidos ou apenas mencionados de passagem na Bíblia ou em autores clássicos da Grécia e de Roma.
Quanto às Sagradas Escrituras, é notório entre muitos especialistas que as escavações no Próximo Oriente têm, em geral, confirmado o quadro histórico que o referido livro apresenta. Contudo, em relação à teologia subjacente por detrás do texto, é digno de nota que não cabe à arqueologia pronunciar-se a esse respeito. Foge à alçada de qualquer ciência emitir julgamento sobre verdades que demandam uma atitude de fé.
Logo, no que diz respeito à Bíblia Sagrada, será impossível pela arqueologia "provar", em termos de método científico, que Deus existe, que Ele criou o mundo, que há uma Trindade no Céu, etc., o seu papel limita-se à verificação da autenticidade dos factos narrados na Bíblia, o que contribui com a expectativa de que, se a história descrita for real, a mensagem religiosa que a permeia também o será. Por outro lado, se a arqueologia apresentasse elementos que desmentissem o relato escrito pelos profetas, então, automaticamente estaria posta em dúvida a fiabilidade da doutrina transmitida.
É importante salientar que o Génesis é a mola mestra de toda a visão cristã do cosmos, não só cristã, mas também do judaísmo e do islamismo, religiões que, juntas, perfazem quase a metade da população mundial. Falando especificamente da teologia cristã, especialistas em Novo Testamento dizem que a doutrina de Cristo está edificada sobre a revelação do Antigo Testamento, que, por sua vez, repousa inteiramente sobre o relato do Génesis. Se a história do Éden não aconteceu de facto, então a humanidade não cometeu o chamado "pecado original" e não teria necessidade de um Salvador. Ou seja, a crença na morte expiatória de Cristo perde completamente o seu significado.A pergunta, portanto, que a teologia dirige ao arqueólogo e sua ferramenta é: podem as escavações contribuir de alguma forma para a confirmação e aceitação do relato das Escrituras Sagradas? A resposta é Sim, embora seja reconhecido que ainda não foram descobertos nem 20% do grande tesouro arqueológico que permanece oculto sob o solo de países como o Egipto, Israel, Líbano, Iraque e outros.