29/04/2009

MARCOS 8:38


Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele se envergonhará o Filho do homem quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos.















28/04/2009

A BÍBLIA DAS IGREJAS SIRÍACAS

Bíblia Peshitta
A Bíblia das igrejas siríacas é conhecida como Peshitta. É a versão padrão da Bíblia cristã no siríaco (ou aramaico), língua utilizada em igrejas com herança siríaca. Enquanto a maioria da igreja primitiva invocou a Septuaginta Grega, ou traduções a partir dele, no seu Antigo Testamento, as igrejas falantes de Siríaco tiveram seu texto traduzido diretamente do hebraico.
O Velho Testamento da Peshitta foi traduzido do hebraico por volta do segundo século. O Novo Testamento da Peshitta tinha-se tornado o padrão até o início do 5º Século, substituindo duas primeiras versões Siríacas dos Evangelhos.

Em pouco tempo vários livros do Evangelho estavam em circulação. Tatianus, da Assíria, que pregou o Cristianismo na Mesopotâmia utilizando canções em versos, produziu uma versão unificada, formando um livro dos quatro Evangelhos. Esta versão unificada ficou famosa pelo nome Diatessaron, que significa "harmonia dos quatro". O Diatessaron foi utilizado como o texto padrão do Evangelho na comunidade cristã Siríaca. Isto foi testemunhado por muitos escritores sírios, como Mar Efrem o Sírio.
Os Actos do Apóstolo Mar Thoma (São Tomé) e Actos do Apóstolo Mar Addai foram as outras versões circulantes do Evangelho na história primitiva.
O nome de Rabbula, bispo de Edessa (435 EC) está relacionado com a produção e a substituição do Diatessaron e dos Actos pela Peshitta.
Todas as Igrejas Cristãs São Thomas utilizam a versão Peshitta em malaiala.
A Bíblia Aramaica perdida dos cristãos sírios de Kerala
O novo filme de Mel Gibson, “A Paixão de Cristo”, rodado inteiramente em aramaico (a língua falada por Cristo) e o latim, acabou por se revelar um grande sucesso de bilheteira. Com isso, espera-se que haverá um interesse renovado na agonizante língua do aramaico! Isso pode ser desconhecido para muitos que Kerala é um dos poucos lugares do mundo, onde, ainda hoje, o Siríaco (um dialecto do aramaico) ainda é utilizado nos rituais da Igreja Sírio-Malabar local, reputadamente estabelecidos por Mar Thoma em 52 EC.
De fato, as universidades de Kerala oferecem cursos em Siríaco-aramaico! Neste contexto, a história da 'Bíblia aramaica perdida' no século 16 em Kerala e como ela sobreviveu por séculos de 'ocultação' durante a era Portuguesa do Cristianismo na Índia é muito interessante.
Os exemplares da Bíblia, com excepção dos pergaminhos do Mar Morto, são o Codex Vaticanus na Biblioteca do Vaticano e do Codex Sinaiticus no Museu Britânico. Mas a Igreja Anglicana obteve no século 19, as cópias da Bíblia aramaica de Kerala e é aceite ser tão antiga como as cópias do Vaticano. Estes tesouros nacionais indianos estão agora na Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

A Bíblia era originalmente em aramaico, hebraico e grego, e no início do quinto século EC, São Jerónimo a traduziu totalmente para o latim. Embora esta versão da Bíblia, conhecida como Bíblia Vulgata, seja a principal versão maioritária utilizada pela Igreja Católica Romana (ICAR), existe outra versão guardada por um ramo do Cristianismo que tinha se estabelecido em Antioquia, na Síria. Sua versão da Bíblia supõe-se ter sido levada a Malabar na Índia com o Cristianismo, remontando ao primeiro século EC neste lugar, após a chegada de Mar Thoma (São Tomé), um dos doze apóstolos de Cristo. Os arcebispos da Igreja Malabar tinha sido nomeados pelo Patriarca (chefe da Igreja Ortodoxa Oriental) de Antioquia e os sacramentos siríaco-cristão de Malabar formam uma das mais antigas liturgias no mundo. A versão síria da Bíblia difere da versão católica romana e é considerada a Bíblia original, como foi trazida para a Índia antes de 325 EC, o ano em que o Concílio Cristão de Nicéia, decidiu codificar a Bíblia de acordo com a versão da ICAR.

12/03/2009

NOVAMENTE EM QUNRAM

O ANTIGO TESTAMENTO: é composto de 39 livros que constituem os escritos sagrados - ou as Escrituras - do povo Judeu e da sua religião, o judaismo. Eles escreveram em hebreu e em aramaico, as duas linguas antigas dos judeus. Certos escritos são tão antigos que se ignora quase tudo sobre a sua origem. Os escribas judeus faziam de tempos a tempos novas cópias dos seus livros sagrados. Mas os documentos conservam-se mal num clima como este dos países bíblicos, de maneira que poucos manuscritos deste tempo foram encontrados.
Em 1947, os mais antigos textos do Velho Testamento hebraico datavam do 9º e do 10º século da nossa era. Tratavam-se de cópias dos cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco. Em 1947, foi feita a mais extraordinaria descoberta de manuscritos provenientes da biblioteca da comunidade judaica que vivia no Qunram, perto do Mar Morto, comunidade existente no tempo de Jesus. Estes manuscritos tem mil anos mais que os datados do século 9º e 10º da nossa era. Entre estes manuscritos do Mar Mortoo, havia cópias de todos os livros do Antigo Testamento, excepção ao livro de Ester.

Estes manuscritos do Qunram são muito importantes porque eles contêm essencialmente o mesmo texto que os do 9º e 10º século da nossa era. Ou seja, eles confirmam que o texto do Antigo Testamento não mudou durante um período de mais de mil anos. Os copistas trabalharam com tanto cuidado que não se encontra erros ou modificações. É verdade, que nalgumas passagens se encontram expressões diferentes, não por isso, modificação do sentido. Por vezes não é possível descobrir o sentido exacto de certas palavras hebraicas, pelo facto de estarem gastas ou as expressões que no século 9º da nossa era já não existiam. Por estas razões estudiosos das línguas bíblicas; persa, egípcias, hebraicas e gregas, realizam um trabalho notável, com relevo para a Universidade de Jerusalém.

MAPA (croqui) do sítio do Qunram.

Fotos do acidentado terreno em que vivia este povo (conhecidos por essénios) onde foram encontrados os manuscritos.



Vemos nestas fotos os lugares dentro das grutas onde foram preservados os potes contendo os manuscristos.














O Qunram, é um lugar assombroso, provoca vertigens na alma ao mais experimentado nestas coisas.


Ficamos com um sentido do sagrado e profundamente invadidos pela reverência, isto passa-se não só ao nivel dos crentes, ver descrentes.

DEPOIS DE ESCRITO O APOCALIPSE, INICIA-SE A EPOPEIA CRISTÃ

ESTAS IMAGENS REPRESENTAM COM FIDELIDADE O CASTIGO APLICADO AOS CRISTÃOS/JUDEUS QUE NÃO ACEITASSEM SEGUIR A TRADIÇÃO. A SIMPLES DENUNCIA ERA O BADALO DO SINO DA TORRE DA IGREJA A ANUNCIAR "FESTA" UM HEREGE, IRIA DAR ESPECTÁCULO NA FOGUEIRA PARA QUEM QUISESSE ASSISTIR. A MULTIDÃO ACLAMAVA O QUE A "SANTA IGREJA" FAZIA, TAL COMO ACLMARAM QUANDO JESUS FOI CONDENADO À CRUCIFIXÃO. FICAM ALGUMAS IMAGENS "NORMAIS" DESTE PERCURSO 538 ATÉ LUTERO 1517. O PIOR ESTAVA AIND APARA VIR... SERÁ QUE TERMINOU?





A IDADE MÉDIA: este é um período negro da História, não é agradável falar destes séculos que tiveram incicio com a predominancia da Igreja Católica que se tornou Romana. Se até então os cristãos eram perseguidos pelos pagãos, a partir de então e durante séculos foram cristãos a perseguir, queimar, enforcar, lançar às feras no Coliseu Romano, ao ponto de perderem a originalidade de matar. Estas são algumas fotos (gráficos) esta época e o alvorecer de um novo amanhecer que foi a REFORMA.

A DEUSA DA RAZÃO. A REVOLTA DOS NOBRES DE FRANÇA CONTRA A REALEZA MAS TAMBÉM, CONTRA A SOBERANIA DA IGREJA CATÓLICA ROMANA, QUE IMPÔS DURANTE MUITOS SÉCULOS UM TEMPO DE ESCURIDÃO ESPIRITUAL, BASEADO NA TRADIÇÃO E NA SUPREMACIA PAPAL.

SINAIS DO FIM:


O GRANDE TERRAMOTO DE LISBOA, EM 1755, E PRELÚDIO DOS SINAIS PROFÉTICOS APRESENTADOS POR CRISTO COMO "O PRINCÍPIO DAS DORES" E QUE ANTECEDERIAM O FIM DE TODAS AS COISAS


A QUEDA DAS ESTRELAS, TAL COMO FOI PREDITO POR JESUS COMO UM DOS SINAIS DO FIM.


ÓDIO CONTRA A PALAVRA DE DEUS:

O Concílio de Trento, realizado de 1545 a 1563, foi o 19º concílio ecuménico.
É considerado um dos três concílios "fundadores" da Igreja Católica[1].
Foi convocado pelo Papa Paulo III para assegurar a unidade da (sagrada escritura histórica) e a disciplina eclesiástica, no contexto da reacção da Igreja Católica à divisão então vivida na Europa quanto à apreciação da Reforma Protestante, razão pela qual é denominado como Concílio da Contra-Reforma.



REPRESENTAÇÃO DA EXCOMUNHÃO DE WYCLIF, INICIADOR DA REFORMA EM GENEBRA.

GENTE SIMPLES, GENTE NOBRE "MAIS IMPORTA OBEDECER A DEUS QUE AOS HOMENS". ESTE É UM POVO, SÃO CRIANÇAS, SÃO JOVENS, SÃO MULHERES, VELHOS, GENTE QUE TEM POR DEFEITO AMAR A PALAVRA DE DEUS.

CRENTES SEGUIDORES DAS SAGRADAS ESCRITURAS, REFUGIAVAM-SE E VIVIAM NAS GRUTAS EM TORRE PELLICE - NORTE DE ITÁLIA. PREGADORES PREGAVAM A CRISTO COMO ÚNICO SALVADOR E INTERCESSOR.
A IGREJA DO DESERTO - COMO É MENCIONADA NO LIVRO DO APOCALIPSE - REUNIA-SE EM LUGARES ESCONDIDOS. ESTES ESPALHAVAM-SE PELAS MONTANHAS DO SUL
DE FRANÇA.


JOÃO HUSS, PREGADOR DA BOÉMIA DO SUL, 1369, CONDENADO PELO CONCÍLIO DE CONSTANÇA, FOI QUEIMADO VIVO.